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domingo, 8 de fevereiro de 2015

TEXTO: DOIS MIL E QUINZE


Dois mil e quinze.

De onde transparece nossa inspiração ou transpiração para nossa “arte artística” ou nossa “arte de viver”? Você aí que faz “arte” de variados aspectos e formas... uma arte sua, uma arte nossa... conta aí, de onde vem a inspiração ou transpiração para isso tudo aflorar?
Pensei... pô, minha “arte artística” ou “arte de viver” também emerge de tudo que sinto, vivencio, vejo e acredito. Somos diariamente influenciados por “lampejos de estados de espírito”, “pitacos”, “diretas e indiretas”, sorrisos e lágrimas, “o agir no momento inesperado”, o submergir em momentos onde seria mais interessante... exprimir palavras. Inspirações e transpirações ocorrem conforme cada ocasião, cada lugar ou pessoa que está ao seu lado e causa algo... ou não causa absolutamente... nada. E passa.
As peças de teatro que vi, filmes assistidos, exposições, viagens e passeios, saraus, livros lidos, shows, família, pessoas que passam e ficam. Pessoas que só passam, cada qual deixa um pedacinho de si (mal ou bom), mas que tudo vira aprendizagem no final das contas. Durante nosso ano de jornada, também causamos mal estar ou bem em outrem, às vezes não nos damos conta disso... ou damos... e ignoramos. E assim a vida segue...
Fiquei pensando agora a pouco o que quero para 2015. A gente sempre pede algo e às vezes esquece de agradecer, pois o "pedir" vem primeiro num impulso individualista. Parei, pensei de novo e veio-me algo que vai ficar como uma espécie de mantra, pra ler, reler e manter presente diariamente:
Eu quero ter humildade de reconhecer os erros. Sabedoria para corrigi-los e celebrar cada poesia da vida que a aprendizagem nos traz.
E assim a vida segue, juntando momentos e pessoas em nossa mala cultural: 2015, 2016, 2017, 2018, 2019, 2020... até onde estiver no roteiro para aparecer ou se esconder.

Bom 2015 pra todos nós!

Texto de Marah Mends.
Autora do romance: Amarguras de uma paixão, parte 1.

Poesia é da hora
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